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Síndrome de Burnout e a sua relação com o trabalho

A Síndrome de Burnout é um doença que cresce a cada dia e acomete muitos brasileiros. Por isso, leia esse artigo e entenda sobre esse mal.

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Fonte: Google

A correria do dia a dia, a cobrança constante do chefe e a sobrecarga do trabalho representam fardos do nosso cotidiano. Quando por um minuto paramos para descansar o esgotamento metal e físico chegam. Dessa maneira, veja se esse mal estar não seja por Síndrome de Burnout. Trata-se de um estado ocasionado por esgotamento do trabalho.

Certamente você já teve um momento que julgou ser o ápice do seu cansaço. Pois, quanto a essa condição é importante parar e avaliar, de forma verdadeira, sua relação com o trabalho. Como também, o rendimento no mesmo. A competência e eficiência deram lugar ao “controle automático” no trabalho? Desinteresse geral, irritação, desânimo são recorrentes? Esses são reações da Síndrome de Burnout.

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Por isso, é uma doença de difícil diagnóstico. Haja vista que são sintomas comuns em outros casos. No entanto, já são mais de 30% de profissionais brasileiros com esse mal. Estresse na rotina é comum. Por conseguinte, ajuda a tomada de decisões na vida pessoal e no trabalho. De acordo com Marine Meyer, psicóloga que faz parte da equipe da HIAE (Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein), o estresse em pequenas doses pode ser positivo.

Contudo, se esse for comum a orientação é ficar atento. Essa síndrome atinge mais pessoas que lidam direto com a vida das outras, como enfermeiros, assistentes sociais, professores entre outras, tendo maior recorrência em mulheres. Isso acontece porque existe a ideia de que a mulher além de ter funções comuns é a única responsável pelas funções “domésticas” do trabalho, como recepcionar as pessoas, organizar eventos, atender ligações, servir café dentre outros afazeres.

Principais causas da Síndrome de Burnout

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Fonte: Google

Para a psicólogo Maeyer, são diversos os fatores que podem levar alguém ao esgotamento mental e físico no trabalho. A competitividade, a obsessão por controle, o perfeccionismo, a impaciência, metas não alcançadas e baixa tolerância são exemplos. Alguns fatores para o estresse são dificuldade para trabalhar em grupo, no relacionamento interpessoal ou alguma instabilidade na vida pessoal.

Nesse sentido, nasceu um termo que define um padrão de pessoas acometidos por esse mal, chama-se “workaholic”. Ou seja, pessoas que só vivem pelo trabalho e se colocam exigências em altos níveis. A consequência disso é o contrário do que esse perfil de profissional busca. Há queda no desempenho e eficiência, a carga horária é reduzida em até 5 horas a menos no final da semana se comparada a de outro colaborador.

Além disso, o risco de cometer erro sé maior, pois a pessoas está desatenta. Depois disso, a convivência na vida pessoal fora do trabalho também muda. Por conseguinte, o acometido pela síndrome passa a ter menos interação e acaba se afastando das pessoas próximas.

Os sintomas da Síndrome de Burnout

Primeiramente, os sintomas aparecem de forma mais sutil. Por isso, a a maioria das pessoas pensam que é algo passageiro e não dão a atenção adequada. Entretanto, esses sintomas tendem a ficar mais fortes à medida que o tempo passa. A exaustão é o primeiro sintoma. Para alguns pesquisadores da Síndrome, a sensação que a pessoas tem é de estar sem energia e sempre esgotados.

Por isso, não conseguem encontrar formas de responder a e essa condição. Nesse sentido, a dor muscular é recorrente, assim como a fraqueza, enjoos, alteração no sono, ausência de apetite e outros sintomas. Depois disso, a pessoa tende a se distanciar. Mantém um contato superficial com seus colegas de trabalho. Ainda se afasta da família e amigos, adota um humor negativo e dificulta a interação com as pessoas.

Todas essas características ocasionam na baixa produtividade. Dessa forma, todo seu desempenho fica prejudicado e o rendimento cai muito. Além disso a pessoa sente-se incapaz o que compromete ainda mais a condição e pode desenvolver depressão.

Como é o tratamento

A Síndrome de Burnout é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença ocupacional. A primeira medida a se tomar é o afastamento do trabalho por um tempo. Logo em seguida, é importante procurar um profissional adequado.

De forma a avaliar toda a situação e averiguar se ambiente de trabalho é o provocador dessa situação. Ou se a pessoa já possui gatilhos para desenvolver desse mal. Além de recitar o medicamento adequado para alívio do sintomas. Ainda é relevante ajustar a rotina no trabalho, de forma reduzir a quantidade de trabalhadas e adotar uma rotina de exercícios físicos para o relaxamento e bem estar.

Conclusão

A Síndrome de Burnout traz efeitos indesejados para todos envolvidos, tanto a pessoa, a profissão quanto a organização. Sendo assim, há uma obrigação de divulgar informações acerca da condição para evitar que aconteça. A Síndrome de Burnout é um caso de saúde pública.

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